São Paulo debate primeira política pública de atividades para autismo

São Paulo debate primeira política pública de atividades para autismo

O vereador Rinaldi Digilio (Republicanos) se reuniu nesta semana com o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, para debater a construção de uma ampla política municipal com atividades para autismo, voltado para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A ideia é reunir em uma única legislação, cerca de 20 projetos de lei voltados para os autistas em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo, construindo assim, uma política pública municipal de atendimento, inclusão, garantia de direitos e conscientização em relação ao autismo.

Digilio é autor de 10 desses projetos, além de responsável pela lei que obriga, a partir de abril, que todas as salas de cinema de São Paulo ofereçam, no mínimo, uma sessão de cinema adaptada para autistas com som mais baixo e luzes levemente acesas.

O vereador também iniciou os debates no Brasil sobre a inclusão do símbolo mundial do autismo nas placas de atendimento preferencial de estabelecimentos comerciais, que posteriormente, se tornou lei estadual.

“Fico muito feliz de ter sido convidado pelo secretário para liderar esse processo que mudará a forma como São Paulo cuida dos autistas. Sou o vereador que mais trabalha em São Paulo pela inclusão dos autistas”, afirmou Digilio.

Não há um estudo definitivo, mas a estimativa é que São Paulo conte com quase 300 mil autistas. “Faremos novos encontros, inclusive, com a sociedade civil para que São Paulo seja pioneira nessa questão”, disse o secretário Cid Torquato.

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